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ECONOMIA E POLÍTICA EGÍPCIA

 

O Egito possuía uma agricultura baseada nas cheias do Nilo e era muito produtiva. Era um dos maiores produtores de alimento da antiguidade.

Cultivavam trigo, cevada, linho, uva, cereais, frutas e legumes.

Criavam bois, carneiros, cabras, gansos, patos e pombos.

Inventaram a cerveja e fabricavam vinho.

Também construíam barcos, cerâmica, vidro, e papiro. Destacavam-se na tecelagem de linho.

Tinham um comércio bastante efetivo e eram bons navegadores.

 

Até aproximadamente 4000 a.C. os povos que habitavam a região do Nilo não passavam de pequenas comunidades agrícolas. A partir desse período essas comunidades se uniram e formaram dois reinos: O Alto Egito, representado pela coroa faraônica branca e o Baixo Egito, representado pela coroa vermelha.

Em 3200 a. C. Menés unificou os dois reinos tornando-se o primeiro faraó.

A forma de governo no Egito era a monarquia teocrática, ou seja, o governante era considerado uma divindade.

Durante 40 séculos de história o Egito foi  governado por 30 dinastias e o poder era hereditário. Ocorreram momentos de instabilidade política, onde os nobres se opuseram ao faraó.

A história do Egito se divide em dois grande períodos: o pré-dinástico (4000 a.C. a 3200 a.C.) que ocorreu antes das primeiras dinastias e faraós e o dinástico (3200 a.C. a 525 a.C.) que dividia-se em três fases: o Antigo, o Médio e o Novo Império.

 

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